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Conhecidos os vencedores do I Prêmio TJSE de Jornalismo

‘Direitos Humanos e a Justiça para todos’ foi o tema central do I Prêmio TJSE de Jornalismo. Os vencedores foram conhecidos na manhã desta quinta-feira, 13/01, durante solenidade realizada no auditório do Palácio da Justiça Tobias Barreto. Na ocasião, Ancelmo Gois, sergipano colunista de O Globo, ministrou uma palestra sobre a trajetória dele no jornalismo. No total, foram concedidos mais de R$ 30 mil em prêmios. “É um dia de muita alegria, um dia festivo para o Tribunal de Justiça e para a imprensa sergipana, dentro da filosofia da gestão 2021-2023, que é aproximar o Judiciário da sociedade através da imprensa. Hoje, estamos coroando esse acontecimento, não só com a entrega do prêmio, como também com a presença do ilustre jornalista sergipano Ancelmo Gois, nacionalmente conhecido. Essa premiação é um reconhecimento ao valor da imprensa para sociedade, uma imprensa livre, e também para a valorização da democracia”, ressaltou o Desembargador Edson Ulisses de Melo, Presidente do TJSE. A radialista Magna Santana conquistou o 1º lugar na categoria Radiojornalismo, com uma matéria sobre mulheres encarceradas. “Me chamava muito atenção o fato de mulheres presas na hora das visitas. E aí fui apurando e me deparei com uma triste realidade, com a preocupação por parte até mesmo do Tribunal e persas instituições. Através desse trabalho, mostramos a história dessas mulheres e o que está sendo feito para mudar isso. Então, fiquei muito feliz com a premiação”, salientou Magna, que é radialista há 25 anos. “A gente sempre fala que o trabalho na TV não é feito sozinho. E, de fato, não é, tem uma equipe trabalhando por trás. Durou mais ou menos dois meses todo trabalho de gravação e apuração para que pudéssemos fechar essa matéria. E hoje estou muito feliz porque o Tribunal de Justiça de Sergipe reconhece o trabalho da imprensa no Estado, que está diariamente enfrentando a pandemia para levar informação à sociedade”, agradeceu Leonardo Barreto, que juntamente com Fredson Navarro, Remi Costa, Jeová Luiz e José Bosco, ficou em 1º lugar na categoria Telejornalismo, com a matéria ‘Mudança no modelo de ressocialização em Sergipe provoca reinserção de jovens e adolescentes na sociedade’, exibida na TV Atalaia. Já a jornalista Andréa Moura, do blog Pra você saber, ficou em 2º lugar na categoria Webjornalismo, com a matéria ‘Tribunais de Justiça têm sido a esperança para a saúde negligenciada’. “Esse prêmio é o reconhecimento de um trabalho que foi feito com carinho, com amor. Falar sobre a importância do Judiciário para aquelas pessoas que precisam ter acesso à saúde, que precisam da Justiça para poder conseguir uma vaga no hospital, uma cirurgia, foi um tema que mexeu muito comigo”, revelou a jornalista. Na categoria Trabalho Acadêmico, os estudantes vencedores são da Universidade Tiradentes (Unit) e foram prestigiados pelo reitor Jouberto Uchôa. O 1º lugar foi de Edicarlos Araújo Queiroz, que recentemente concluiu o curso de Jornalismo, com o trabalho ‘Fake News – a ameaça à democracia e a interferência no processo eleitoral brasileiro’. “Foi um trabalho de longo tempo, de muita pesquisa, muita demanda e contatos, mas foi um trabalho satisfatório, duplamente premiado, não só na conclusão do curso, mas também aqui pelo Tribunal de Justiça”, disse Edicarlos. As inscrições para o prêmio – que foi lançado em 1 de junho, Dia da Imprensa – aconteceram de 02 de junho a 26 de novembro de 2021. O Prêmio TJSE de Jornalismo abrangeu seis categorias, sendo cinco voltadas para jornalistas profissionais, radialistas, repórteres cinematográficos e repórteres fotográficos e uma para estudantes de Comunicação Social – Jornalismo. Os jurados do I Prêmio TJSE de Jornalismo foram Juliana Neiva, Secretária de Comunicação Social do Conselho Nacional de Justiça (CNJ); Célia Silva, do Sindicato dos Jornalistas de Sergipe (Sindijor); Fernando Cabral, da Federação Interestadual dos Trabalhadores em Empresas de Radiodifusão e Televisão (Fitert); Ronaldson Sousa, escritor e servidor do TJSE; e Luzia Nascimento, Vice-Presidente da Associação Sergipana de Imprensa (ASI). “Achei formidável essa iniciativa do Judiciário. A Academia Sergipana de Imprensa ficou muito feliz. Tive a oportunidade de ver todos trabalhos e fazer o julgamento. Então, estamos de parabéns por essa festa e está de parabéns o Tribunal por homenagear os jornalistas”, elogiou a Vice-Presidente da ASI. Palestra ‘De Frei Paulo para o Brasil: a trajetória de um jornalista sergipano’ foi o tema da palestra Ancelmo Gois. Nascido em Frei Paulo (SE), em 15 de setembro de 1948, ele iniciou a carreira na imprensa aos 14 anos, na Gazeta de Sergipe. Formou-se em Jornalismo pelas Faculdades Integradas Hélio Alonso (RJ). Teve passagem em veículos de comunicação do Grupo Abril, como as revistas Veja e Exame. Durante muitos anos, assinou o Informe JB, no Jornal do Brasil. Desde 2001, mantém uma coluna diária no jornal O Globo. “Trabalho nessa profissão há quase 60 anos e o setor Judiciário sempre foi muito fechado. Se dizia no passado ‘a Justiça não fala’, ‘a Justiça fala nos autos’. E durante muito tempo era um setor muito inacessível. Então, eu só posso ver com alegria, grande prazer e contentamento iniciativas como essa, de abertura do setor, de organizar prêmios. O mundo tem algumas palavras-chave e uma delas se chama transparência. Quem não entrar nessa onda da transparência vai ficar para trás”, analisou Ancelmo Gois. Durante a palestra, ele falou do início na profissão e contou histórias vividas durante a trajetória enquanto jornalista. Além disso, comentou o fato de ser um profissional reconhecido nacionalmente. “Eu não tenho uma receita. Algumas coisas eu sei, quem fica parado é poste. Outra coisa que eu sei, um friozinho na barriga, de vez em quando, um desafio, sair da linha de conforto, tentar uma coisa nova, é fundamental”, aconselhou o jornalista. VENCEDORES Telejornalismo 1º lugar: Mudança no modelo de ressocialização em Sergipe provoca reinserção de jovens e adolescentes na sociedade, de Leonardo Gomes Barreto, Fredson Navarro, Remi Costa, Jeová Luiz e José Bosco, da TV Atalaia 2º lugar: Patrulha Maria da Penha assegura proteção de vítimas da violência doméstica durante a pandemia, de Gustavo Costa e Jackson Cabral, da TV PMA 3º lugar: 15 Anos Lei Maria da Penha, de Maristela Santos Niz, da TV Sergipe Webjornalismo 1º lugar: Sem-teto – a vida de quem não tem um lugar digno para morar em meio à pandemia, de Wilames Rodrigues, do F5 News 2º lugar: Tribunais de Justiça têm sido a esperança para a saúde negligenciada, de Andréa Moura, do Pra você saber 3º lugar: Nome Social resgata a cidadania de pessoas trans - gratuidade faz pedidos aumentarem, de Antônio Carlos Garcia, do Só Sergipe Jornalismo Impresso 1º lugar: 70% das famílias de sentenciados em unidades prisionais acreditam no trabalho do TJSE, Milton Alves Junior Santana, Jornal O Dia Radiojornalismo 1º lugar: Mulheres encarceradas - amor, desagregação e luta, de Magna Santana, da Sim FM 2º lugar: Poderes que protegem, de Lucas Brasil, da Eldorado FM 3º lugar: Equidade de gênero e humanização a luta das pessoas LGBTQIA+ na busca por assistência à saúde e à justiça, de Juliana Correia Almeida, Josafá Bonifácio da Silva Neto e Alysson Lima Araújo, da Rádio UFS FM Fotojornalismo 1º lugar: Sem-teto – a vida de quem não tem um lugar digno para morar em meio à pandemia, de Pedro Gabriel Barreto Ramos, do F5 News Trabalho Acadêmico 1º Lugar: Fake News – a ameaça à democracia e a interferência no processo eleitoral brasileiro, de Edicarlos Araújo Queiroz, da Universidade Tiradentes 2º Lugar: Dois minutos, de Jamile Vasco da Silva Pereira, Isabella de Almeida C. Kodel, Karoline Vieira Faria, Andreeyvyd Almeida Teles, da Universidade Tiradentes
13/01/2022 (00:00)

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