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Quinta Juriscultural destaca obra do poeta e dramaturgo Hunald de Alencar

‘A solidão das palavras’ foi o tema da homenagem feita ao poeta e dramaturgo Hunald de Alencar durante a quinta edição da Quinta Juriscultural, projeto do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) realizado no Memorial do Judiciário, Centro de Aracaju, na noite desta quinta-feira, 25/11. Na ocasião, também aconteceu um sarau com declamação de poemas do homenageado, apresentação musical de Torquato e intervenção artística de Eli Bacellar. “Hunald foi um homem que pensava em contribuir para a sociedade. Era uma pessoa de uma afabilidade impressionante e desprovido de maldade, inveja. Era a expressão da felicidade. Também foi meu professor durante a preparação para o vestibular e tive a felicidade de passar em quarto lugar para o curso de Direito da Universidade Federal de Sergipe”, recordou o Desembargador Edson Ulisses de Melo, Presidente do Poder Judiciário de Sergipe, acrescentando que a Quinta Juriscultural busca valorizar os vultos e a cultura sergipana. Conforme Sayonara Viana, Diretora do Memorial, Hunald foi o homenageado agora porque novembro é o mês de nascimento dele. “Hunald viajou por várias linguagens, transitando pela literatura, música, teatro. Eu o conheci pessoalmente. Era um ser especial. Em 2015, quando eu publiquei um livro, ele fez a revisão, me orientou e estimulou. Então, tenho essa lembrança de gratidão”, contou Sayonara, que compartilhou a curadoria do evento com Maria do Carmo Déda Chagas. A folclorista e Presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe, Aglaé Fontes, disse que Hunald Alencar foi um dos grandes poetas sergipanos. “Acho que essa homenagem é mais do que justa porque a vida dele foi dedicada às letras e à pesquisa. Conheci Hunald quando ele ainda era muito jovem, trabalhamos juntos no teatro. Era não só um dramaturgo, mas também ator. Tudo que ele escrevia sabia também interpretar”, elogiou Aglaé, que durante o evento declamou dois textos de Hunald, Canção, do livro O Verde Silêncio da Semente; e Monólogo de João Francisco. Também declamaram poemas de Hunald, Léomax Célio, Dirce Rodrigues da Costa Nascimento, Domingos Pascoal e Ronaldson Souza. “Hunald se destacou em todo país, com persas interpretações em todo território nacional. Então, para mim é uma honra fazer essa homenagem, incorporando Hunald nesse dia tão especial”, disse o ator Eli Bacelar. Já o músico Torquato salientou que se apresentar no prédio centenário do Memorial foi a realização de um sonho. Nascido em Estância (SE), em 10 de novembro de 1942, Hunald Alencar formou-se em Ciências Jurídicas e Sociais. Atuou também como jornalista, professor de língua portuguesa e literatura, teatrólogo, compositor musical e letrista. Foi diretor da Galeria de Arte Álvaro Santos, em Aracaju, e ocupava a cadeira de número 10 da Academia Sergipana de Letras. Publicou mais de dez livros. Foi premiado em vários festivais de música e com a obra Vassalaghems das Pedras ganhou o prêmio Santo Souza. Faleceu no dia 21 de maio de 2016. O Projeto Quinta Juriscultural, realizado sempre na última quinta-feira de cada mês, foi lançado em julho deste ano. O objetivo principal é valorizar e levar ao público todas as expressões artísticas e culturais de Sergipe, nas suas mais variadas formas, tais como música, artes plásticas, literatura, dança, fotografia, artesanato e folclore. Já foram homenageados o artista plástico Adauto Machado, o povo indígena Xocó, o jurista e folclorista Sílvio Romero e o poeta Arthur Fortes.
25/11/2021 (00:00)

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